Crato sedia Seminário de Atualização de Raiva
21 de junho de 2012 - 09:36
Qui, 21 de Junho de 2012 09:36
A Secretaria da Saúde do Ceará, através do Núcleo de Vetores, em parceria com a Escola de Saúde Pública do Ceará, promoverá o “Seminário de Atualização de Raiva”, que acontecerá em duas turmas, nos períodos de 03 e 04 de julho (turma 1) e 05 e 06 de julho (turma 2). O evento será realizado no auditório da 20ª Coordenadoria Regional de Saúde, na Avenida Brigadeiro José Macedo S/N, Centro – no Crato.
O seminário visa capacitar médicos e enfermeiros do Programa Saúde da Família (PSF) e de hospitais polos e técnicos da Vigilância Epidemiológica de cada CRES da Macroregional de Cariri (17ª, 18ª, 19ª, 20ª, 21ª CRES) e de seus municípios de abrangência, com objetivo de aprimorar a atuação desses profissionais no enfrentamento do controle da Raiva quanto ao diagnóstico, tratamento e epidemiologia.
A raiva é uma doença viral que pode ser transmitida ao homem por mordida, lambida ou arranhão de um animal infectado, principalmente cães, gatos, saguis e morcegos. A taxa de letalidade entre humanos é próxima de 100%. Em 20 anos, entre 1990 e 2010, o Ceará registrou 43 óbitos em consequência da raiva humana. No ano passado foram dois casos. A partir do ano 2000, foram 14 mortes em 10 municípios: Fortaleza (3), Caucaia (3), Pindoretama, Maracanaú, Umirim, Tururu, São Luis do Curu, Camocim, Ipu e Chaval. Cães foram os transmissores do vírus da raiva em 11 desses óbitos. Nos outros três casos, o transmissor foi o sagüi, também conhecido como soim.
A melhor maneira de evitar a raiva em humanos é a prevenção. Além da vacinação dos animais domésticos, as Secretarias de Saúde dos municípios devem ser acionadas para capturar os animais de rua que podem portar a doença. Nas cidades, a presença de morcegos deve ser notificada aos departamentos de zoonoses. Em caso de cão raivoso, há uma mudança comportamental que chama bastante a atenção. Um cão dócil começa a atacar todas as pessoas sem motivo, rejeita inclusive a alimentação. Começa também a se esconder, parece desatento e, às vezes, não atende ao próprio dono.
Mais informações nos telefones (85) 3101.1407 / 3101.1400
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