Curso atualiza profissionais na vigilância da dengue

6 de outubro de 2010 - 10:01

Como parte da estratégia para controlar a evolução da dengue no Ceará, a Coordenadoria de Pós-Graduação em Vigilância da Saúde da Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP-CE), em parceria com a Coordenadoria de Promoção e Proteção da Saúde da Secretaria de Saúde do Ceará, através do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, promoverá o Curso de Atualização em Vigilância Epidemiológica e Acompanhamento de Casos Clínicos de Dengue Clássico e Hemorrágico.

 

Diante do alerta do Ministério da Saúde, incluindo o Ceará entre os 10 Estados que estão em situação de risco da dengue, com perspectivas de sofrer fortes epidemias no período chuvoso de 2011, o curso tem como objetivo aprofundar os conhecimentos sobre os conceitos envolvidos na compreensão do comportamento epidemiológico, das atividades de controle e do tratamento desta doença.

 

O curso será realizado, no período de 20 a 22 de outubro, no Magna Praia Hotel , na Avenida Raimundo Girão, 1002, Praia de Iracema. As inscrições vão até o dia 18 deste mês. Serão disponibilizadas sete vagas para a Coordenadoria Regional de Saúde de Fortaleza, sete para a CRES de Sobral e quatro para as demais CRES, totalizando 50 vagas.

 

A iniciativa é voltada para profissionais médicos que atuam nos hospitais, unidades básicas de saúde e programas de saúde da família das Coordenadorias Regionais de Saúde de Fortaleza, Caucaia, Maracanaú, Baturité, Canindé, Itapipoca, Aracati, Quixadá, Russas, Limoeiro do Norte, Sobral e Crateús.

 

Controle

O desenvolvimento de estratégias para controle dessa doença atacando em toda sua cadeia epidemiológica torna-se imperativo em função da situação mundial e, mais especificamente, pela progressão do número de casos de dengue e de áreas infestadas pelo mosquito Aedes aegypti. Essa progressão vem acarretando consequências para a população através de manifestações clínicas da doença desde formas brandas até graves que podem levar ao óbito.

 

No Brasil, diversos programas foram instituídos para combater aspectos pontuais da doença, tais como combate ao mosquito, elaboração de materiais educativos. No entanto, não foram totalmente eficazes, uma vez que a progressão de áreas infestadas no Brasil atinge mais de 3.000 municípios e o número de casos tem aumentado, assim como as formas graves.

 

Assessoria de Comunicação e Marketing da ESP-CE