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Residência na Rua partilha primeiras devolutivas de 2017

Ter, 07 de agosto de 2017 14:26

 

 

 

A equipe do Projeto Residência na Rua: Saúde, Cultura e Arte (PRR) reuniu-se, no último dia 2, para apresentar os encaminhamentos iniciais das atividades realizadas no primeiro semestre de 2017. Implementada desde 2016, a iniciativa coordenada pela Residência Integrada em Saúde da Escola de Saúde Pública do Ceará (RIS-ESP/CE) é um projeto intersetorial de promoção da saúde e cidadania junto à população em situação de rua da Praça do Ferreira a partir de uma parceria da ESP/CE, Secretaria da Saúde do Ceará (SESA) e Secretaria da Cultura do Ceará (Secult).

 

 

Durante o encontro, a equipe do PRR socializou alguns dos casos acompanhados durante os cinco primeiros meses de atividades deste ano. O grupo, que iniciou os trabalhos em abril, conta com uma equipe multiprofissional de oito integrantes, entre residentes e preceptores que orientam as atividades dos profissionais em campo.
 
 
 

 

 

De acordo com Rafael Rolim, tutor da RIS-ESP/CE e coordenador do projeto, o que tem se verificado é a grande dificuldade de reinserção social de todas as pessoas em situação de rua que se encontram em áreas da cidade como a Praça do Ferreira. Ele explica que a equipe da PRR tem, nesse sentido, o importante papel de fazer a ponte entre essas pessoas que precisam de apoio clínico assistencial e as redes de atenção do estado.

 

 

“A gente apresenta a rede. Não fazemos um trabalho assistencialista. Mas sim de empoderamento dessas pessoas para que eles possam, a partir dai, se implicar no seu processo de socialização, de retorno ao trabalho e ao convívio familiar, se assim ele desejar”, afirma Rafael, que enfatiza a relevância do caráter interprofissional do programa, uma vez que a equipe do PRR conta com profissionais da área da enfermagem, da psicologia e do serviço social.

 

 

O tutor explica que na esfera da psicologia, por exemplo, os profissionais da equipe procuram trabalhar as subjetividades dessas pessoas que se encontram nas ruas entendo-os como um sujeito bio psicossocial. “Fazemos um trabalho de escuta qualificada para a compreensão dos problemas que geram toda vulnerabilidade psicológica que leva o indivíduo à situação de rua”, enfatiza.

 

 

Já nas áreas do serviço social e da enfermagem, a equipe vem dando apoio aos grupos que se encontram na Praça do Ferreira, principalmente em relação a orientações para retirada de documentos pessoais, acesso a equipamentos de saúde para a realização de acompanhamentos e tratamento de possíveis enfermidades.

 

 

Desde agosto de 2016, o grupo de residentes tem trabalhado com as pessoas em situação de rua, levando inclusive espetáculos que refletem a saúde mental e a cidadania. Em 2017, a equipe do PRR seguirá se reunindo sempre às terças e quartas-feiras em turnos alternados entre manha, tarde e noite. 
 
 
 
 
 
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RIS-ESP/CE territorializa hospitais de Fortaleza

31 de maio de 2017 09:36




O Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Escola de Saúde Pública do Ceará (RIS-ESP/CE) iniciou a territorialização em oito instituições hospitalares de Fortaleza durante seu Módulo Transversal I. O resultado desse processo foi apresentado durante a “Mostra de Vivências de Territorialização em Saúde”, ocorrida entre os dias 10 a 12 últimos.
 

Os serviços hospitalares nos quais a Residência Integrada em Saúde (RIS) está inserida compõe, em sua maioria, a Rede de Atenção Terciária responsável pelas intervenções que exigem maior densidade tecnológica no cuidado em Saúde.
 
 
 
 
 
 
O componente hospitalar da RIS-ESP/CE é composto por oito ênfases em parceria com as respectivas instituições hospitalares: Cancerologia em Rede, composta pelo Centro Regional Integrado de Oncologia - CRIO, Hospital Geral de Fortaleza - HGF e Centro Pediátrico do Câncer - CPC/HIAS, Pediatria no Hospital Infantil Albert Sabin - HIAS, Infectologia no Hospital São José - HSJ, Neonatologia e Enfermagem Obstétrica no Hospital Geral Dr. César Cals - HGCC, Cardiopneumologia Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes - HM, Urgência e Emergência no Instituto DR. José Frota, Neurologia e Neurocirurgia no Hospital Geral de Fortaleza - HGF.
 



A inserção dos profissionais de saúde-residentes no cenário de prática hospitalar tem por objetivo conhecer o contexto hospitalar, desvelando os fatores que determinam sua organização, seu lugar na rede e a que demandas de saúde da população pretende responder.
 



Nesse sentido, ao se falar de Territorialização, compreende-se o Hospital como um “território vivo”, em constante construção e reconstrução, pois abrange para além do espaço geográfico, “vivências, identidades, trajetórias pessoais, coletivos organizados, movimentos sociais, de ação deliberada das pessoas, assim como as relações sociais e redes de poder”, explica Jamisse Araújo, coordenadora pedagógica do Componente Hospitalar da RIS-ESP/CE.

 
 
 
 
 
As considerações da professora Jamisse Araújo reforçam a perspectiva do hospital para além de sua oferta de serviços de saúde. Seria também um espaço com perfil histórico, demográfico, epidemiológico, administrativo, tecnológico, político, social e cultural. “O hospital não se vê mais sozinho no cuidado a saúde, mas como parte integrante de uma rede de serviços capaz de atuar diante de situações que exijam cuidados que transcendem o olhar biologicista e necessitam mais que uma intervenção estritamente procedimental e curativista”, finaliza a coordenadora pedagógica.
 



A Mostra de Vivências da territorialização no contexto hospitalar trouxe as mais diversas percepções vivenciadas pelos residentes após a imersão nos hospitais. Na mostra, ficou evidenciado o entusiasmo dos protagonistas nesse cenário e dedicação nas atividades desenvolvidas. A participação do colegiado de coordenadoras do componente, preceptores, tutores e coordenação do curso foram fundamentais para que o processo acontecesse.

 

 

 

 

 

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RIS-ESP/CE executa territorialização em 16 municípios do Ceará

Seg, 08 de maio de 2017 09:30

 

 

 

 

O Programa de Residência Integrada em Saúde da Escola de Saúde Pública do Ceará (RIS-ESP/CE) desenvolve, nesse momento, seu processo de territorialização em 16 municípios do Ceará. As atividades em execução nesses cenários de prática distintos fazem parte das ações do Módulo I, compreendido como “Território e Saúde” e teve início no final de março após finalização do seu período introdutório.

 

 

 

De acordo com Rafael Rolim, tutor da RIS-ESP/CE, os preceptores e residentes foram recepcionados em cada cidade de uma forma específica. Algumas localidades se reuniram com os profissionais e apresentaram a estrutura, dinâmica da gestão e seus equipamentos. Outros realizaram acolhidas por meio de rodas de conversa, dinâmicas de corpo, dança e música.


O processo de territorialização, segundo a equipe pedagógica da RIS-ESP/CE, é um momento para se compreender as tramas e emaranhados constitutivos dos espaços de convivência social e comunitária, onde o profissional da saúde deve estar atento aos saberes e fazeres que ali se forjam e que em muito podem contribuir para os processos de trabalho e aprendizagens nos cenários de prática da saúde.

 

 


Para Rafael Rolim, quando falamos em ‘territorializar’, como uma ação de conhecer esse território enquanto diagnóstico de um determinado espaço, fala-se também das relações para além da esfera institucional. “Eu adentro mais nesse universo inclusive nas relações de poder e nas relações econômicas que ali existem”, afirma.

 
Segundo o pesquisador, a ação reforça também o caráter de mapeamento desses espaços em seus desafios sócios culturais, econômicos, históricos e antropológicos. “Mas não é apenas um raio X da dureza. Tem uma leveza que trafega por caminhos subjetivos da percepção de quem territorializa, da forma como ele é recebido nesse território e de como ele se relaciona com as pessoas que lá vivem e habitam”, explica Rafael Rolim.

 



A RIS-ESP/CE concluirá o Módulo I: Território e Saúde no dia 12 de maio. E, de acordo com a equipe pedagógica, os resultados e vivências desse processo serão apresentados e colocados em pauta no período de 10 a 12 de maio dentro da Mostra de Territorialização em Saúde. O encontro ocorrerá na Universidade do Parlamento Cearense (Unipace) na Assembleia Legislativa do Ceará. 

 

 

 

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Perspectivas da Participação Popular são debatidas na ESP/CE

Seg, 20 de março de 2017 16:58

 

 

 

Não há arquitetura de participação sem que o sujeito social se reconheça como tal. Essa foi uma das ideias que o deputado estadual Renato Roseno (PSOL) partilhou com os residentes do Programa de Residência Multiprofissional da Escola de Saúde Pública do Ceará (RIS-ESP/CE) em palestra realizada na última sexta-feira, 17. A conversa se deu em mais um encontro do programa “Café com Política”, organizado pela RIS-ESP/CE dentro da semana de imersão dos profissionais-residentes.


Ao discutir questões relativas à participação popular e controle Social, Roseno estruturou sua fala em torno de conceitos como protagonismo, autonomia e emancipação. De acordo com o parlamentar, essa arquitetura participativa só se constitui quando o cidadão toma consciência de seu papel nas estruturas sociais de poder.


“É necessário pensar que só há participação real se o sujeito social se faz sujeito político. E para tal é necessário que ele reconheça sua identidade, sua historicidade, a sua territorialidade”, reforça Roseno, lembrando que essa emancipação não vem da esfera institucional tradicional. “Não vem do Planalto, não vem do Fórum. Ela não vem de cima. Porque a libertação não é uma dádiva. É uma construção”, afirma.


O deputado alertou para a necessidade de pensarmos a estrutura social brasileira numa perspectiva emancipatória. “A política social no Brasil nunca foi uma política econômica, apesar da repercussão fiscal positiva das políticas sociais. A arquitetura de participação é boa e correta, mas ela não dá conta sozinha da contradição do ajuste estrutural. E se torna um local de cooptação”, argumentou.

 


Apesar da complexa exposição acerca dos diversos desafios que a participação popular enfrenta no Brasil rumo à sua consolidação, como a crise do sistema representativo e o esvaziamento das tensões entre “Estado Aparelho” e “Estado Comunidade”, Roseno aposta na auto-organização dos sujeitos como alternativa a uma real mudança do cenário político-social.

 

 

“A minha única aposta é na indignação organizada. Ela faz o sujeito social tornar-se sujeito político e esse sujeito político torna-se sujeito revolucionário. Ela confronta o poder e desnuda as estruturas sociais profundas de classe, raça e de gênero”, finalizou.



 

Ainda na sexta-feira, 17, os residentes realizaram uma apresentação e acolhimento a partir do tema: “Articulação Comunitária e Fortalecimento da Participação e Controle Social”.

 

 

 As atividades que compõem a Semana de Imersão da RIS-ESP/CE seguem até esta sexta-feira, 24. Durante esse período, os profissionais de saúde-residentes ingressarão em um cenário de prática específica (municípios e hospitais).

 

 

 

De acordo com a coordenação, será a partir desse embasamento teórico e metodológico, que as equipes de profissionais terão elementos para construir seus processos de trabalho, desenhando de forma protagonista os caminhos da atuação-formação nos cenários de prática.

 

 

 

 

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RIS-ESP/CE debate reforma psiquiátrica e sanitária

Seg, 13 de março de 2017 10:07




A Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE), por meio da Residência Integrada em Saúde (RIS-ESP/CE), realizou na última sexta-feira, 10, uma mesa redonda para discutir o histórico das reformas Sanitária e Psiquiátrica no Brasil e no Ceará.
 


Intitulado de “Conversa de Sofá”, o encontro fez parte da programação de Imersão da Turma IV da RIS e contou com a presença dos profissionais residentes e de representantes da Secretaria da Saúde do Ceará (SESA), Secretaria de Cultura do Ceará (Secult), Fiocruz e Universidade de Fortaleza (Unifor).
 


De acordo com Amanda Frota, coordenadora da RIS-ESP/CE, essa é a segunda vez que o debate compõe a semana de imersão da RIS. A primeira vez foi por ocasião do acolhimento da Turma III. Ela explica que o encontro é como se fosse uma “passada de bastão”, onde os atores que viveram e pesquisaram os temas propostos debatem os papeis dos novos profissionais-residentes no contexto prático. “'Nós vivemos isso. Nós fizemos isso até agora e vocês residentes irão botar no SUS essa reforma psiquiátrica em curso”, reforça Amanda Frota.


Do debate participaram Carlile Lavor, Policarpo Barbosa, Rane Félix, Taís Bleicher e Amanda Frota. A agenda do período introdutório de imersão do programa segue até o próximo dia 24 de março com atividades diárias entre oficinas de competências, rodas de conversa, palestras, sessões de cineclubes, entre outras atividades.
 


Na manhã do dia 13/03, a programação de Imersão da Turma VI da RIS receberá a professora, pesquisadora da Fiocruz e ex-superintendente da ESP/CE, Ivana Barreto. Ela é a convidada do programa “Café com Política” e debaterá o tema “Colaboração Interprofissional em Saúde: a práxis na realidade da formação em Saúde”.

 

 

 

 
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